quinta-feira, 8 de março de 2012

dia mundial do rim

Transplantes aumentam 20%,mas desinformação ainda afeta doações o Cabo
da Polícia Militar Anderson Ricardo Cezar Campos, de 40 anos,
viveu a agonia de aguardar por um Transplante de Rim. 08/03/2012.

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O CABO Anderson Ricardo Cezar Campos:vida normal após doação de rim
Após doença que paralisou as funções dos dois rins, Anderson
ficou na fila de espera por seis meses  até ficar  constatado que
sua mãe, a dona de casa Juvanete, 65 anos, era compatível para
 a doação. “Foram momentos de tensão, mas graças a Deus, hoje
tenho uma vida normal e atribuo tudo ao gesto da doação”,
 detalhou, Anderson que trabalha no Setor Administrativo da
Associação de Cabos e Soldados de Marília, Entidade ligada à
Polícia Militar e que desenvolve trabalhos assistenciais  e de
apoio aos policiais militares e seus familiares. Hoje, 8 de março,
além de ser o Dia Internacional da Mulher, também é
considerado o Dia Mundial do Rim.

Conforme informações da Secretaria de Estado da Saúde,
Transplantes de Rim no Estado de São Paulo,
aumentaram 20% no Primeiro Bimestre de 2012, na
comparação com o mesmo período de 2011. Os dados foram obtidos através da Centrais de
Transplantes.

Em janeiro e fevereiro,  foram feitos 272 transplantes do órgão, contra 226 nos  dois meses
iniciais de 2012. O aumento tem relação direta com o crescimento do número de doadores
viáveis (que tiveram um ou mais órgãos aproveitados para transplante). No primeiro  
bimestre deste ano houve 164 doadores, 22,3% a mais do que em janeiro e fevereiro  de
2011. O número de  transplantes de órgãos passou de 360 para 420 no mesmo  período. O
Estado de São Paulo registrou taxa  de doação de 21,2 por milhão de habitantes, cenário
similar ao dos Estados Unidos,  onde a proporção  é de 25.

Na Grande São Paulo essa taxa é de 31,8, comparável ao da Espanha, país considerado 
referência em doação de órgãos.Outro aumento expressivo foi registrado no número de
transplantes  de pulmão, que passou de três no primeiro bimestre do ano passado para
13 neste ano.

Houve, ainda,  em janeiro e fevereiro, 16 transplantes de coração, 14 de pâncreas e 105
 de fígado. Nos dois meses iniciais de 2011 foram 15 cirurgias de coração, 25 de
pâncreas e 91 de fígado. Os dado s referem-se a doações de pacientes falecidos.“A
recomendação para quem deseja ser doador  de órgãos é deixar esta intenção bem
clara aos familiares, pois somente a família pode autorizar  ou não a  retirada de
órgãos  para transplante no caso de morte encefálica”, disse Luiz Augusto Pereira, 
 responsável pela Central de Transplantes da Secretaria de Estado da Saúde.Apesar
 do aumento no  volume de transplante, a falta de informação e o
desconhecimento do grau de importância deste gesto emperra  novas doações,
conforme analisou o cabo Anderson Ricardo.
“No caso da doação de rim, a pesso a pode doar um e manter uma vida
 normal com o outro. Mas, muitos ignoram esta possibilidade, até
mesmo por receio de enfrentar uma  cirurgia para a retirada do órgão”,
comentou. O Hospital das Clínicas de Marília mantém  uma central para
captação de órgãos e tecidos. boa sorte Anderson.e nos pacientes
na fila de espera so nos espera rezar e esperar, a nossa vez.

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